quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Fim de ano!

Ano de 2011, 8ª série, foi um ano muito bom, me dediquei bastante no estudo com ajuda de minha namorada, bom, é provável que eu passe direto. Não vejo a hora de ir para o 1º ano na escola João Colin. Pretendo aos 18 anos entrar no exército, estudar bastante pra ter um bom emprego na vida. Gosto muito de História, matéria que me dou muito bem. Hoje atingi meu objetivo, ou um deles, passar de ano para ir a 2ª etapa. Até mais Oswaldo Cabral!!! E OBRIGADO POR TUDO!




Que venham os Bons! 
Pois os melhores estão saindo!!!!!

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

TEXTO INJUNTIVO

Tipologia textual - TEXTO INJUNTIVO

Os textos injuntivos, por sua vez, são aqueles que indicam procedimentos a serem realizados. Nesses textos, as frases, geralmente, estão no modo imperativo. 

É o tipo de texto que leva o leitor a mais que uma simples informação. Instrui o leitor! Não é o texto que argumenta, que narra, que debate, mas que leva o leitor a determinada orientação transformadora.

O texto injuntivo-instrucional pode ter o poder de transformar o comportamento do leitor.

Para facilitar mais sua compreensão, eis alguns exemplos bem simples de textos injuntivos:

  • Uma receita que sua avó passa à sua mãe.
Ex.: Torta Salgada Cremosa

Ingredientes

Massa

  • 1 copo (americano) de óleo
  • 2 copos (americano) de leite
  • 3 ovos
  • 2 copos (americano) de farinha de trigo peneirada
  • Sal a gosto
  • 100g de queijo parmesão ralado
  • 1 colher (sobremesa) de fermento em pó

Recheio

  • 1 lata de ervilha
  • 1 lata de milho verde
  • 300g de queijo cremoso
  • 200g de mussarela cortada em cubinhos
  • 200g de presunto cortado em cubinhos
  • 100g de champignon

Cobertura

  • 3 tomates cortados em cubinhos
  • 3 cebolas cortadas em cubinhos
  • Azeite, sal e orégano a gosto

Modo de preparo




Massa

Coloque os ingredientes no liquidificador nesta ordem: o óleo, o leite, os ovos, a farinha de trigo, o sal, o queijo ralado e o fermento. Bata por 3 a 5 minutos mais ou menos, até ficar uma massa homogênea. Ela fica um pouco mais grossa que massa de panqueca.

Cobertura

Misture o tomate a cebola e tempere com o azeite, o sal e o orégano.

Montagem

Numa assadeira untada e enfarinhada, despeje metade da massa, coloque o recheio na ordem: ervilha, milho, champignon, mussarela, presunto e por último espalhe o queijo cremoso com um saco de confeiteiro. Junte o restante da massa e por cima a cobertura. Leve ao forno entre médio e alto por mais ou menos 45 minutos, até a massa ficar dourada.

  • Uma bula de remédio.

Paracetamol

Comprimidos revestidos: embalagens contendo 20 e 200 unidades.
USO ADULTO

Cada comprimido revestido contém:
Paracetamol .................... 750,0 mg
Excipientes q.s.p. .................... 1 comprimido
(hidroximetilpropilcelulose, polietilenoglicol, crospovidona, dióxido de silídio coloidal, estearato de magnésio)

·    Ação esperada do medicamento: Paracetamol é utilizado como analgésico6 e antipirético7, ou seja, no combate à dor e à febre8. Sua ação analgésica se faz sentir cerca de 30 minutos após a administração e se prolonga por 4 a 6 horas.  ··    Cuidados de armazenamento: Conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC). Proteger da luz e umidade.
··    Prazo de validade: 24 meses a partir da data de fabricação, o que pode ser verificado na embalagem do produto. Não use o medicamento se o prazo de validade estiver vencido.
 Gravidez9 e lactação10: Embora seja permitido o uso de Paracetamol durante a gravidez9, sua administração deve ser restrita aos casos necessários e por curto período. Informe seu médico a ocorrência de gravidez9 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe também se está amamentando.
·    Cuidados de administração: Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. No caso de persistência dos sintomas11, procure orientação médica.
·    Interrupção do tratamento: Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
·    Reações adversas: Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE - PARACETAMOL


·

"TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS."

··    Ingestão concomitante com outras substâncias: Evite ingerir o medicamento juntamente com alimentos, pois sua absorção ficará mais lenta. Evite também ingerir álcool durante o tratamento, pois o uso de paracetamol com álcool é tóxico para o fígado12.


··    Contra- indicações e Precauções: Pacientes alérgicos ao ácido acetilsalicílico (aspirina) devem ter cuidado ao usar o paracetamol.
Caso surja durante o uso de Paracetamol qualquer reação inesperada, o tratamento deve ser descontinuado e seu médico deve ser informado.
Siga rigorosamente a dose recomendada. No caso de ingestão acidental de dose excessiva ou suspeita de que isto tenha ocorrido, procure imediatamente um serviço médico de urgência.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

"NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE."

O mecanismo de ação analgésica não está totalmente determinado. O paracetamol pode atuar predominantemente inibindo a síntese de prostaglandinas ao nível do Sistema Nervoso13 Central e em menor grau bloqueando a geração do impulso doloroso ao nível periférico. A ação periférica pode ser decorrente também da inibição da síntese de prostaglandinas ou da inibição da síntese ou da ação de outras substâncias que sensibilizam os nociceptores ante estímulos mecânicos ou químicos.Antipirético7: O paracetamol provavelmente produz a antipirese atuando ao nível central sobre o centro hipotalâmico regulador da temperatura para produzir uma vasodilatação periférica que dá lugar a um aumento do fluxo de sangue14 na pele, de sudorese15 e da perda de calor. A ação ao nível central provavelmente está relacionada com a inibição da síntese de prostaglandinas no hipotálamo.

COMPOSIÇÃO - PARACETAMOL


INFORMAÇÕES TÉCNICAS - PARACETAMOL



MODO DE AÇÃO - PARACETAMOL


Analgésico6:

após a administração oral, a absorção do paracetamol no trato gastrointestinal é rápida e praticamente total. A administração de paracetamol conjuntamente com alimentos retarda a absorção do fármaco.
Distribuição:
o paracetamol atravessa a barreira hematoencefálica e placentária. É encontrado no leite materno em concentrações de 10- 15 mcg/ml, após uma a duas horas da ingestão de uma dose de 650 mg de paracetamol. Vd = 1 l/kg.
Ligação a proteínas16: não é significativa em concentrações plasmáticas abaixo de 60mcg/ml; pode apresentar níveis moderados (20- 50%) em concentrações tóxicas.
Biotransformação: o paracetamol é metabolizado principalmente no fígado12 (90- 95%), por conjugação com ácido glucurônico, ácido sulfúrico e cisteína.
Meia- vida: a meia-vida sérica da fase terminal em humanos é de 1 a 4 horas; não é alterada em casos de insuficiência renal17, mas pode ser prolongada na superdosagem aguda. A meia-vida sérica é ligeiramente mais longa em neonatos18, em hepatopatas e no idoso. A meia-vida do paracetamol no leite materno é de 1,35 a 3,5 horas.
Início da ação: cerca de 30 minutos após a ingestão oral.
Tempo para atingir a concentração máxima: o pico das concentrações plasmáticas ocorre entre 0,5 e 2 horas após administração.
Concentração terapêutica: 10- 20 mcg/ml.
Duração da ação: 4 a 6 horas.
Eliminação: cerca de 90% de uma dose terapêutica são excretados na urina5 em 24 horas. Do material excretado, 1 a 4% é o paracetamol inalterado, 20- 30% são metabólitos conjugados com sulfato e 40-60% metabólitos conjugados com ácido glucurônico.
Como analgésico6- antipirético7. O paracetamol está indicado para aliviar dores leves ou moderadas e para reduzir a febre8. Só proporciona alívio sintomático; quando for necessário, deve-se administrar uma terapia adicional para tratar a causa da dor ou da febre8. O paracetamol pode ser utilizado quando a terapia com ácido acetilsalicílico não for aconselhável ou for contra- indicada, por exemplo, em pacientes que recebem anticoagulantes ou uricosúricos, hemofílicos ou pacientes com outros problemas hemorrágicos e naqueles com enfermidade do trato gastrointestinal superior ou com intolerância ou hipersensibilidade ao ácido acetilsalicílico.


Pacientes reconhecidamente hipersensíveis ao paracetamol ou aos outros componentes da fórmula.
Ocorrendo reação de hipersensibilidade ao paracetamol, a administração do medicamento deve ser suspensa. Gravidez9: Não se tem descrito problemas em humanos. Embora não tenham sido realizados estudos controlados, demonstrou- se que o paracetamol atravessa a placenta. É admitido seu uso durante a gravidez9; entretanto, deve ser sempre considerado o risco potencial de qualquer medicamento causar dano ao feto. Seu uso deve ser restrito aos casos necessários e deve ser por curto período.
Sensibilidade Cruzada e/ou Problemas Associados: Os pacientes com intolerância ao ácido acetilsalicílico podem não apresentá- la em relação ao paracetamol; no entanto, tem sido descritas ligeiras reações broncoespasmódicas com paracetamol em alguns asmáticos sensíveis ao ácido acetilsalicílico (menos de 5% dos ensaiados).
Problemas Médicos: A relação risco/benefício da terapêutica com paracetamol deve ser avaliada nas seguintes situações clínicas: alcoolismo, enfermidade hepática, hepatite1 viral (aumenta o risco de hepatotoxicidade19), disfunção renal20 severa (o uso prolongado de doses elevadas pode aumentar o risco de aparecimento de efeitos renais adversos).
Pacientes Diabéticos: Deve haver cautela na interpretação dos resultados laboratorias de glicemia21, pois o uso de Paracetamol interfere com alguns testes laboratoriais para determinação da glicose22 gerando valores falsamente diminuídos.

Alimentos: A administração de paracetamol conjuntamente com alimentos retarda sua absorção.
Barbitúricos, carbamazepina, hidantoína, rifampicina e sulfimpirazona: a hepatotoxicidade19 potencial do paracetamol pode ser aumentada por grandes doses ou administração prolongada destes fármacos.
Álcool: A hepatoxicidade potencial do paracetamol pode ser aumentada com a ingestão crônica e excessiva de álcool.
Medicamentos hepatotóxicos, indutores de enzimas hepáticas: o risco de hepatotoxicidade19 com doses tóxicas únicas ou com o uso prolongado de doses elevadas do paracetamol pode aumentar nos pacientes que se utilizam dessas substâncias.
Anticoagulantes derivados da cumarina ou da indandiona: a administração simultânea crônica de doses elevadas de paracetamol pode aumentar o efeito do anticoagulante23, possivelmente devido à diminuição da síntese hepática dos fatores que favorecem a coagulação.
Analgésicos24 antiinflamatórios não- esteróides, ácido acetilsalicílico ou outros salicilatos:
não se recomenda o uso prolongado e simultâneo do paracetamol com salicilatos, uma vez que estudos recentes demonstraram que a administração crônica de doses elevadas de ambos analgésicos24 (1,35 gramas ao dia, ou ingestão cumulativa de 1 kg anualmente, por 3 anos ou mais) aumenta significativamente o risco de aparecimento de nefropatia25, necrose26 papilar renal20, enfermidade renal20 terminal e câncer27 de rim28 ou de bexiga29 produzidos por analgésicos24. Também recomenda-se que a dose combinada de paracetamol e salicilato quando utilizada em curto período de tempo, não exceda a dose recomendada para o paracetamol ou para o salicilato quando administrados separadamente. O uso simultâneo e prolongado de paracetamol com outros analgésicos24 antiinflamatórios não-esteroides pode aumentar o risco de se produzir efeitos renais adversos.
Diflunisal: o uso concomitante pode aumentar a concentração plasmática de paracetamol em 50%, aumentando o risco de hepatotoxicidade19 induzida pelo paracetamol.
o paracetamol pode interferir com os sistemas de medida da glicemia21 em fitas reagentes diminuindo em até 20% os valores médios de glicose22; quando a glicemia21 é realizada pelo método da glicose22 oxidase/peroxidase, podem aparecer valores falsamente diminuídos, porém provavelmente isto não ocorra com o método da hexoquinase/glicose22- 6-fosfato desidrogenase (G6PD); Provas da função pancreática mediante a bentiromida: a administração de paracetamol antes de se realizar as provas com bentiromida pode invalidar os resultados, porque o paracetamol também se metaboliza a uma arilamina e, desta maneira, aumenta a quantidade aparente de ácido p- aminobenzóico (PABA) recuperada; recomenda-se interromper o tratamento com paracetamol pelo menos 3 dias antes da administração de bentiromida;
Determinações de ácido úrico sérico: quando se utiliza o método do fosfotungstato para a determinação do ácido úrico, podem aparecer valores falsamente aumentados;
Determinações do ácido 5- hidroxiindolacético (5-HIAA) na urina5: as provas qualitativas diagnósticas de detecção que utilizam nitrosonaftol como reativo, podem produzir resultados falsamente positivos; as provas quantitativas não apresentam resultados alterados;
Tempo de protrombina, concentrações séricas de bilirrubina30, de láctico- desidrogenase e transaminases: quando são ingeridas doses tóxicas de paracetamol (doses superiores a 8g) ou com o uso prolongado de doses mais baixas (3 a 5g/dia), podem aparecer valores aumentados, indicando hepatotoxicidade19, especialmente em pacientes alcóolicos crônicos, naqueles que tomam outros indutores das enzimas hepáticas ou naqueles com uma enfermidade hepática pré-existente.

O paracetamol pode provocar reações adversas nos diferentes sistemas orgânicos, porém a mais temida reação é a hepatotoxicidade19. Embora de incidência31 extremamente rara, há relatos de êxito letal devido a fenômenos hepatotóxicos provocados pelo paracetamol.
Pode ocorrer reação de hipersensibilidade, sendo descritos casos de erupções cutâneas, urticária32, eritema33 pigmentar fixo, broncoespasmo34, angioedema35 e choque anafilático36.
Outras reações de incidência31 rara:

CONTRA-INDICAÇÕES - PARACETAMOL



PRECAUÇÕES - PARACETAMOL




INTERAÇÕES COM MEDICAMENTOS OU ALIMENTOS - PARACETAMOL



INTERFERÊNCIA EM EXAMES LABORATORIAIS - PARACETAMOL


Determinação de glicose22 no sangue14:

REAÇÕES ADVERSAS - PARACETAMOL

discrasias sangüíneas37 (agranulocitose38, anemia hemolítica39, neutropenia40, leucopenia41, pancitopenia42 e trombocitopenia43 ); - PARACETAMOL


hepatite1 (aparecimento de cor amarela nos olhos e pele);   - PARACETAMOL


hipoglicemia2; - PARACETAMOL


icterícia3; - PARACETAMOL


lesões eritematosas na pele e febre8; - PARACETAMOL


hematúria4 ou urina5 turva, micção dificultosa ou dolorosa, diminuição brusca da quantidade de urina5. - PARACETAMOL

Em pacientes com comprometimento metabólico, ou mais susceptíveis, pode ocorrer acidúria piroglutâmica.


Adultos e crianças acima de 12 anos:
Ingerir 1 comprimido revestido 3 a 4 vezes ao dia. Não exceder o total de 5 comprimidos revestidos num intervalo de 24 horas.
Em casos de suspeita de ingestão de doses elevadas de paracetamol, deve- se procurar imediatamente um serviço médico de urgência. Os sinais44 e sintomas11 iniciais que se seguem à ingestão de uma dose maciça, possivelmente hepatotóxica, de paracetamol são: náuseas45, vômitos46, dor ou sensibilidade à dor na área abdominal superior  ou "inchaço" da área abdominal, sudorese15 intensa e mal-estar geral. Hipotensão arterial47, arritmia48 cardíaca, icterícia3, insuficiência hepática49 e renal20 são também observadas. Os sinais44 clínicos e laboratoriais de toxicidade hepática podem não estar presentes até 48 a 72 horas após a ingestão da dose maciça.
Tratamento: o estômago50 deve ser imediatamente esvaziado, seja por lavagem gástrica51 ou por indução ao vômito52 com xarope de ipeca. Deve- se providenciar nos centros com metodologia e aparelhagem adequadas, a determinação dos níveis plasmáticos de paracetamol. As provas de função hepática devem ser realizadas inicialmente e repetidas a cada 24 horas até normalização. Independentemente da dose maciça de paracetamol referida, deve-se administrar imediatamente o antídoto53 considerado eficaz, a N-acetilcisteína54 a 20%, desde que não tenha decorrido mais de 16 horas da ingestão. A N-acetilcisteína54 deve ser administrada por via oral, na dose de ataque de 140mg/kg de peso, seguida a cada 4 horas por uma dose de manutenção de 70 mg/kg de peso, até um máximo de 17 doses, conforme a evolução do caso. A N-acetilcisteína54 a 20% deve ser administrada após diluição a 5% em água, suco ou refrigerante, preparada no momento da administração. Além da administração da N-acetilcisteína54, o paciente deve ser acompanhado com medidas gerais de suporte, incluindo manutenção do equilíbrio hidroeletrolítico, correção de hipoglicemia2, administração de vitamina55 K, quando necessário e outras. Após a recuperação do paciente, não permanecem seqüelas hepáticas, anatômicas ou funcionais.

SUPERDOSAGEM - PARACETAMOL




Não há informações específicas com relação ao uso de Paracetamol em pacientes idosos. Entretanto, esses pacientes são mais susceptíveis a apresentarem insuficiência renal17 e hepática relacionada a idade, devendo ser o tratamento monitorado pelo médico.

PACIENTES IDOSOS - PARACETAMOL



"SIGA CORRETAMENTE O MODO DE USAR. NÃO DESAPARECENDO OS SINTOMAS11 PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA."

  • Um manual de instrução 

UNO® é um jogo de cartas desenvolvido pela Mattel. Recomenda-se de dois a dez jogadores para jogá-lo, a partir de 7 anos de idade.

Objetivo: ser o primeiro jogador a ficar sem cartas na mão, utilizando todos os meios possíveis para impedir que os outros jogadores façam o mesmo.


Como jogar: Cada jogador recebe 7 cartas. O restante do baralho é deixado na mesa com a face virada para baixo e então vira-se uma carta do monte. Esta carta que fica em cima da mesa serve como base para que o jogo comece.

O jogador a esquerda do que distribuiu as cartas inicia o jogo, que deve seguir em sentido horário. Os jogadores devem jogar, na sua vez, uma carta de mesmo número, cor, OU símbolo da carta que está na mesa. Exemplo: se a carta inicial for um 2 vermelho o primeiro jogador deve jogar sobre ela um 2 (não importando a cor) ou uma carta vermelha (não importando o número). O jogador sucessivo faz o mesmo, dessa vez valendo como base a carta colocada pelo jogador anterior.
Ao jogar a penúltima carta, o jogador deve anunciar em voz alta falando “UNO". Se não fizer isso, os demais jogadores podem obrigá-lo a comprar mais duas cartas. A rodada termina quando um dos jogadores zerar as suas cartas na mão.

Cartas especiais: Além das cartas numéricas, o baralho de UNO possui mais 5 cartas especiais que produzem diferentes efeitos durante o jogo:
  • +2: o jogador seguinte apanha duas cartas e passa o seu turno ao jogador seguinte;
  • Inversão: o sentido de jogo inverte-se. Se o sentido do jogo está no sentido horário, quando jogada uma carta "Inverter", joga-se em sentido anti-horário;
  • Bloqueio: o jogador seguinte perde a vez;
  • Curinga: pode ser jogada durante qualquer momento do jogo independentemente da carta que se encontra no topo de descarte. O participante que jogar essa carta escolhe a próxima cor do jogo (verde, azul, vermelho ou amarelo);
  • Curinga +4: o jogador seguinte apanha quatro cartas do baralho e perde o turno, o jogador que a descartou diz escolhe a próxima cor do jogo (verde, azul, vermelho ou amarelo). Esta carta só deverá ser jogada quando o jogador não não possui nenhuma outra carta que possa usar. No entanto, se o jogador prejudicado desconfiar que o primeiro jogador está “blefando”, pode pedir para conferir a mão deste, se estiver certo, o jogador que jogou terá que apanhar as 4 cartas como punição. Caso a jogada tenha sido legal, o jogador que desconfiou deve apanhar seis cartas.
Regras alternativas: algumas regras adicionais são utilizadas por grupos de jogadores, variando de acordo com a região. Elas implicam em efeitos não estabelecidos nas regras originais do jogo, sendo aplicadas às cartas numéricas. As que vou colocar aqui são as mais comumente encontradas onde moro (natal, RN).
  • 7: Quando é descartada, todos os jogadores devem ficar em silêncio até que a pessoa que a jogou, jogue novamente. Quem desrespeitar a regra deve comprar um número de cartas igual ao número de palavras que falou;
  • 8 ou 9: Os jogadores deve bater sua mão seobre a carta. O último que bater compra 1 carta do monte. A regra é utilizada para a carta 8 OU a carta 9, varia de acordo com o costume dos jogadores;
  • 0: O jogador pode promover trocas entre os baralhos dos participantes. Pode pedir que dois jogadores troque suas mãos (incluindo consigo mesmo) ou ditar trocas mais elaboradas, como “todos passem o baralho para o jogador a esquerda”.
  • Corte: quano um jogador possue uma carta idêntica (número ou símbolo + cor) a última descartada, ele poderá jogá-la antes que o próximo jogador descarte. Assim ele corta a vez dos jogadores e o jogo continua a partir dele.
Pontuação: UNO se dá por rodadas, e a cada rodada o jogador que vence acumula pontos. Porém a maioria dos jogadores não jogam com contagem de pontos, terminando o jogo a cada rodada. A pontuação é dada pelas cartas que RESTAM nas mão dos outros jogadores:
  • +2: 20 pontos;
  • Inversão, Bloqueio e Curinga: 20 pontos;
  • Curinga +4: 50 pontos;
  • Cartas númericas (0-9): tem o valor correspondente ao seu número.
Quando há contagem de pontos vence o primeiro jogador que atingir 5000 pontos.



POSOLOGIA - PARACETAMOL


FARMACOCINÉTICA - PARACETAMOL


Absorção:


INDICAÇÕES - PARACETAMOL

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES - PARACETAMOL

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Resumo da Obra: Perigos no Mar

Perigos no Mar
de: Aristides Fraga Lima

INTRODUÇÃO:

Este livro retrata  uma aventura onde três crianças naufragadas lutam para sua sobrevivência em auto mar, pois o navio onde eles estavam afundou por um jogo onde as águas do mar fazem. Este livro são para todas as idades. Divirta-se descobrindo os segredos do mar e as aventuras dessas três crianças.


RESUMO:

     O livro Perigos no Mar retrata a história de um pescador que tinha dois barcos, um se chamava Escuna e outro Netuno. A história começa com um pescador chegando em casa depois de um longo dia de trabalho. Seus filhos Bete, Lino e Márcio planejaram com uns amigos de escola um passeio no barco de seu pai. Mas quando chega o dia do passeio estava chovendo. O pescador decide então levar seus filhos para pescar em alto mar. O pescador preparou a escuna com seus equipamentos de pesca e partiu. A bordo vai o pescador, dois amigos dele e seus filhos Bete, Márcio e Lino. Logo em sua saída para de chover e vem o nascer do sol.
     Já em alto mar um dos amigos do pescador conta sua história de porque seu nome era Pirata. Ele era chamado de Pirata pois tinha uma perna de pau.
     No caminho a Escuna parou e os tripulantes ficaram fanáticos por uma cena que nem pescador veteranos tiveram a chance de ver. Uma baleia dando de mamá ao seu filhote, uma cena impressionante. O pescador e seus amigos foram em diante e então acharam um ponto certo para pescar, os pescadores jogaram os anzóis no mar. Eram sete anzóis, cinco já fisgados. Os pescadores puxaram os cinco anzois e neles estava um grande polvo gigante e feroz. Os pescadores domaram o polvo o tirando dos anzóis. Mais dois anzóis estavam fisgados, e nele apareceu um grande tubarão e uma grande serpente do mar. No tentar tirar a serpente do anzol, Márcio é mordido por ela com seus grandes dentes afiados. Felizmente nada grave. Pirata esmagou a cabeça da serpente com sua perna de pau. O tubarão não parava de se bater, pois aquela era uma espécie que só respirava em movimento. Pirata cortou dois pedaços dos tentáculos do polvo e jogou ao tubarão.O tubarão engoliu os tentáculos em questão de segundos. Pirata ficou observando.
    Depois da pescaria ouve uma grande tempestade onde a Escuna parecia voar. Um raio bate na escuna e destrói o mastro. O sol aparece trazendo um calorzinho agradável depois da chuva.
    Eles ainda corriam muito perigo pela superficie do oceano, era o vento que não cessava. A Escuna cortava as ondas com a quilha, por mais alta que elas viessem. O sol desceu o horizonte e a noite caiu.
    Os pescadores iriam voltar para casa, o pai dos meninos mandou-lhes entrar em um barquinho tambem chamado Netuno para que se acontecesse algo com a escuna eles teriam seguros. Ao virar o navio para ir em direção ao norte o barco ficou de lado que com as onda rapidamente ele afundou e desapareceu.
    O netuno onde estava as crianças estava sendo arrastado para o sul sem parar. A cada dia as águas do mar ficavam mais geladas, porém não teria riscos de tubarões aparecerem, pois eles eram de ambiente quente. O netuno não parou dia e noite sendo levado pelo mar.
    O pai das crianças ficaram na Escuna um barco que sabe Deus onde eles estariam. De noite peixes brilhantes apareceram e fizeram um espetáculo mantendo as crianças quietas para não espantalos .O sol subia no horizonte e as crianças acordam com fome. A menina Bete preparou um sanduíche e um copo d'água para seus dois irmãos. Para cada um tinha três sanduiches e três cópos de água. O barco começou a balançar derrepente e quando as crianças vêem uma baleia passando ao lado do barco, as crianças ficaram espantadas.
    As crianças decidiram começar a remar para sair daquela corrente de água que os puxava. Era nove e meia da manhã quando pararam para descançar e beber água. Márcio gritou falando que a poucos metros para sair daquela corrente que os arrastava sem parar. Eles economizaram naquela hora de descanço e deixaram para o meio dia beber água. As crianças voltaram a remar e finalmente chegaram ao fim da correnteza, o barco ficou dividido, um lado da água estava parado e o outro estava puxando-os. O Barco quase tombou mas Lino o controlou. As crianças guisaram a vela e o barco navegou com uma brisa que estava tranquila por aquele lado. Um de seus irmãos, Lino conduzia o barco. A noite caiu, as estrelas brilhavam e no horizonte de águas negras a grande lua surgiu mostrando todo o seu brilho aos náufragos.
    Os meninos jantaram os ultimos sanduiches ficando sem alimento. Ao amanhecer Lino gritou que havia visto terra, todos ficaram muito felizes porem levaria um dia e uma noite até chegar lá. Com uma vara e um pouco de isca Lino pescou para matar a sede e a fome de seus irmãos, pois dizia Pirata que peixe crú mata a fome e mata a sede. Márcio queria beber a água do mar,  mas Lino o impediu, pois em uma hora Márcio estaria morto.
    A manhã surgiu e o grande dia chegou, agradescendo a Deus pularam de alegria, pois chegaram em terra firme. A praia estava vazia sem sinal de pessoas, as crianças armaram um acampamento e Bete fez fogo e fritou os restos de peixe que tinha. As crianças andaram dois quilômetros na praia até que acharam um ponto melhor para acampar, assim Bete descançou naquele local enquanto Lino e Márcio buscavam o barco e suas coisas para o novo local de seu acampamento. O sol estava se pondo, Lino e Marcio foram pescar e Bete ficou preparando o fogo. Lino e Marcio pescaram quase cinco quilos de peixe, todos robalos. Bete limpou-os a luz do fogo e os preparou em uma panela. Lino, Marcio e Bete comeram peixe e beberam água felizes planejando voltar a navegar para o norte. Eles ainda estavam preocupados, pois não sabiam o que tinha acontecido com seu pai.
    Bete, Lino e Marcio foram novamente navegar para que pudessem achar sua casa. Márcio que estava no controle do barco, velejou para a praia pois eles tinham visto árvores frutíferas. Chegando a praia, Lino avistou duas árvores frutíferas e logo correram para que pudessem pegar as frutas. Márcio reparou que em uma das caixas de fruta, havia um camaleão comendo-as. Com um golpe de facão Márcio o matou para comê-lo. Recolheram o máximo de frutas e o camaleão, colocaram no barco e voltaram a navegar.
   O sol estava caindo e Márcio decidiu acampar a beira de uma enseada. Lino desceu do barco, pois era raso e foi logo correndo a frente. Lino ficou preso na areia e afundando. Lino pediu ajuda aos seus irmãos e Márcio foi ajudá-lo. Ele pediu para que Lino ficasse leve e puxou devagar até que Lino saiu. Depois desse susto, os meninos continuaram a viagem. Entraram num rio e alegre beberam sua água, pois era doce. Seguiram o rio por umas duas horas e depois acamparam em sua margem. Os meninos perceberam que não valia a pena seguir o rio pois, não iriam  achar alguém, então voltaram ao mar seguindo para o norte sem descanso.
   Aviões passaram bem no horizonte.
   Os meninos acamparam em um morro na praia e rapidamente dormiram. De madrugada, antes do sol nascer as crianças levantaram e voltaram a viajar. Viajaram sem parar com esperança de chegar rapidamente em casa. Almoçaram peixe, saborearam mel de ambu verdadeiro, tomaram água e continuaram a viagem em silêncio. O sol ia caindo e os meninos acamparam em outro morro. Aviões e barcos eram avistados, eles tentavam acenar com fogo, mas nada acontecia. As crianças então foram dormir. No dia seguinte, as crianças se assustaram, pois ao ir para a praia o Netuno não estava mais lá. De repente aparece mais de trinta índios os cercando e os desarmando. As crianças então foram levados para a aldeia para que o pajé decidisse se os libertava ou os prendia. O pajé ouviu os meninos e ficou emocionado com a história deles e então os acolheu em sua casa. O pajé serviu-lhes comida, carne seca de sol, arroz e carne assada.
   Exatamente ás onze horas o pajé deu o toque de recolher. Já de manhã as crianças se preparavam para no dia seguinte ir embora. O pajé mostrou-lhes suas plantações e lhes contou sobre sua vida. Já pela manhã do dia seguinte as crianças estavam pronta para ir embora e assim todos os índios lhes ajudaram com comidas e água. As crianças partiram 
muito gratos aos índios e assim navegaram e perto das nove horas jantaram carne seca de sol, batata assada e carne assada. As crianças chegaram perto da cidade, barcos pesqueiros passavam por eles, um deles passou quase encostando ao Netuno e um pescador os ajudou e levou-lhes a casa do prefeito, pois era onde as crianças queriam ir.
   Na casa do prefeito o mordomo os atendeu e então eles contaram sua história ao prefeito. O prefeito os ajudou chamando uma caminhonete para levá-los para casa e convidou-lhes a passar uma noite com ele. As crianças jantaram e em seguida foram dormir. No dia seguinte a caminhonete já os esperavam com o Netuno na carroceria e então as crianças se arrumaram e agradeceram ao prefeito.
   Eles teriam que viajar setecentos quilômetros para chegar a sua cidade. Chegou o grande momento e as crianças abrindo a porta já eram abençoadas pela sua mãe. Todos ficaram quietos e só dava para escutar os beijos que sua mãe dava nos seus filhos. Seus pai explicou-lhes que logo após que o navio afundou eles foram levados para casa. A menina citou que fez um diário de bordo, todos que estavam na sala ficaram quietos para ouvir a menina ler. E assim a menina começa a contar como tudo começou...


CONCLUSÃO:


    Ao final deste trabalho conclua-se que este livro é de uma linguagem formal.
   O jeito que os náufragos sofrem por falta de alimento, água e higiene, suas condições que ficam é um horror.
    A resistência delas são muito importantes, as aventuras, os cenários, só digo que vale a pena ler as cento e doze páginas do livro, pois cada uma é uma super aventura!




AUTOR: 
   Aristides Fraga Lima nasceu em Paripiranga, 2 de julho de 1923. É um escritor e professor brasileiro.
Diplomado em Letras Neolatinas e em Ciências Jurídicas e Sociais, pelas Faculdades de Filosofia e Direito, da Universidade Federal da Bahia. Dedicou-se ao magistério, como professor de Francês,InglêsItalianoEspanholLatim e Grego. Sua predileção, porém, é o Português, que ensinava como membro do Magistério Estadual da Bahia e do Colégio Militar de Salvador. Aos cinco anos já expressava sua vontade de se tornar escritor quando disse aos seus pais que seguiria a profissão. Faleceu no ano de 1996, mas ainda podemos encontrar em diversas livrarias suas publicações. Aristides Fraga Lima teve cinco filhos. Casou-se em 1959, com Solange Pondé Fraga Lima.
PUBLICAÇÕES:
  • Os Pequenos Jangadeiros, 1984
  • A Serra dos Dois Meninos, 1980
  • Perigos no Mar, 1986
  • Mané Tomé, o Liberto, 1990
  • O Administrador do Rei, 1997
  • Barqueiros do São Francisco
  • O Menino e o Jegue, 1989
  • O Filho do Caminhoneiro, 1994